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quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Dormir o tempo certo... para evitar a obesidade

Estudos indicam que dormir menos de 7 ou mais de 9 horas engorda. Para emagrecer deve-se fazer exercício e comer bem, mas dormir também é importante. Para além de ganharem gordura, as pessoas que dormem menos ou mais do que o recomendado, têm um maior diâmetro abdominal. Dormir mais ou menos do que o suposto altera o apetite, porque diminui a leptina, hormona que reduz a fome, e aumenta a grelina, a hormona que a estimula.

sábado, 13 de outubro de 2012

Uma triste verdade sobre os refrigerantes




As bebidas açucaradas são a fonte número um de calorias na dieta de muitas pessoas. Cada vez mais há obesos e pessoas com excesso de peso, pelo que é engraçado alguém ainda engolir o que as empresas de refrigerantes estão vendendo.
As grandes empresas de refrigerantes têm biliões de dólares para contar a sua história, mas nós temos a verdade.  

Ajude os ursos reais a espalhar a verdade sobre os refrigerante.

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Obesidade: prevenir é fundamental


A obesidade não responde facilmente ao tratamento, pelo que a sua prevenção se torna fulcral. Perante o aumento alarmante da prevalência da obesidade, é imperioso encontrar soluções que alterem o ambiente em que vivemos.
Assim, como estratégias preventivas de intervenção: deve ser feita a inclusão duma relação positiva com a alimentação, um encorajamento aos hábitos alimentares saudáveis e uma manutenção da actividade física.
O objectivo de estratégias primárias de prevenção é estabelecer estilos de vida activos saudáveis entre os jovens, que lhes permitam atingir e manter o peso do corpo e níveis de adiposidade dentro dos valores compatíveis com a boa saúde.
Linhas de evidência suportam o conceito de que o excesso de peso e a obesidade podem ser prevenidas:
1) o ambiente e o estilo de vida têm um forte impacto no peso corporal;
2) para as mesmas características genéticas é possível manter o IMC normal ou tornar-se obeso.

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Contra a obesidade: Nova Iorque proíbe mega-baldes de refrigerantes


As autoridades de saúde de Nova Iorque deram luz verde à polémica proibição dos refrigerantes com açúcar gigantes, uma medida pioneira nos Estados Unidos da América. Com esta decisão, o mayor Michael Bloomberg dá assim mais um passo na sua cruzada contra a "epidemia de obesidade" que afeta a cidade e o país, diz o jornal El Mundo.

"Apenas com esta proposta a cidade de Nova Iorque levou o assunto do problema da obesidade para o plano nacional", assugurou Bloomberg, horas após a aprovação da medida. A Junta de Saúde da cidade aprovou a nova legislação com oito votos a favor e uma abstenão, durante um processo em que foi recordado o fato de todos os anos morrerem seis mil nova-iorquinos vítimas da obesidade, a segunda maior causa de morte que pode ser evitada, logo a atrás do tabaco.
Desta forma, a partir de 12 de Março do próximo ano, os refrigerantes com elevados níveis de açúcar não poderão ser comercializados em Nova Iorque em embalagens que ultrapassem 0,46 litros.
Mas esta não é uma medida pacífica. Segundo uma sondagem do The New York Times, seis em cada dez residentes na cidade não concordam com a medida, o mesmo acontecendo com as cerca de duas mil empresas que serão afetadas.

Esta medida não convence muitos especialistas e eu também tenho sérias dúvidas na capacidade desta medida travar a obesidade. Os indivíduos podem comprar vários refrigerantes mais pequenos. Esta doença é demasiado complexa para ser combatidas com uma lei que apenas se centra nas bebidas açucaradas.
Em vez de proibir, a prevenção e combate da obesidade deve passar pela educação e re-educação alimentar.

domingo, 29 de julho de 2012

Não arranje desculpas esfarrapadas II


...para desculpar o excesso de peso. Pense bem se não anda a comer em excesso!

domingo, 30 de maio de 2010

Porque não conseguimos controlar-nos?


Os números da obesidade no mundo são já alarmantes e, por mais campanhas que se faça, parece que nada resulta.
O mesmo pensou David Kessler, médico norte-americano e antigo responsável máximo pela FDA, a agência dos EUA que regula os medicamentos e alimentos) que, depois de anos a lutar contra a balança, tentou perceber o que está por detrás do peso excessivo. O resultado é o livro "The end of overeating: taking control of our insatiable appetite", em que explica partes desse interminável processo.
No livro, destaca os três principais vilões para um peso saudável: sal, açúcar e gordura. E o elevado consumo destes três elementos faz que as pessoas comam mais, porque causam compulsão alimentar, estimulam os neurónios e ajudam a libertar dopamina, um neurotransmissor que faz aumentar a vontade de comer.
Este trio de engorda também é usado como ingrediente de base para uma série de alimentos. Por exemplo, a fast food é rica em açúcar, sal e gordura e muitas vezes é de tal forma processada que quase dispensa a mastigação.
Será que o cérebro não enjoa aqueles alimentos? Segundo o autor, a combinação de sal, açúcar e gordura não produz a resposta do organismo para se adaptar. Se o estímulo for suficiente, o cérebro não se cansa. É o caso de alguns "hiperpalatáveis", como o chocolate.
Alimentos cheios de açúcar, gordura e sal podem modificar algumas estruturas cerebrais. Elas estimulam o sistema de recompensa. Quanto mais comemos, menos conseguimos controlar a vontade.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Obesidade e depressão

Os obesos têm maior probabilidade de ficarem deprimidos, enquanto as pessoas deprimidas correm maior risco de ficar obesas. Esta reciprocidade foi descoberta por investigadores do Leiden University Medical Center, na Holanda, depois de analisarem vários estudos sobre o tema. Uma outra investigação levada a cabo por uma equipa do National Institute of Mental Health (EUA), corrobora aquela conclusão e afirma mesmo que 1 em cada 4 casos de obesidade estão associados a desordens de ansiedade. Ambas as investigações atribuem culpa à baixa auto-estima e descontentamento com o corpo.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Obesidade aumenta doses de antibióticos prescritos

Face a uma taxa de crescimento do número de obesos em Inglaterra, os médicos alertam para a necessidade de terem que prescrever maiores doses de antibióticos para combate às doenças. De acordo com os números britânicos, a dose "tamanho único" pode não ser suficiente para combater as doenças, e aumenta o risco de infecções, por isso será necessário aumentar as doses, avançam alguns médicos à The Lancet.

Um em cada quatro adultos no Reino Unido é considerado obeso - um crescimento de 15% face a 1993.

O número de obesos em Portugal também tem aumentado, pelo que este é um assunto que também por cá deverá estar na ordem do dia.

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Obesidade pode tirar até dez anos de vida

Um estudo feito a 900 mil pessoas durante 20 anos prova que a obesidade pode chegar a tirar dez anos de vida. A investigação, publicada na revista científica “Lancet”, foi feita pela Universidade de Oxford e analisou 57 estudos sobre o tema que tinham como alvo populações da Europa e da América do Norte.
O excesso de peso diminui a esperança de vida. Em países como a Inglaterra ou os EUA, pesar um terço a mais do que seria óptimo encurta o tempo de vida em cerca de três anos. Pesar um terço a mais significa, para a maioria das pessoas, ter entre 20 e 30 quilos em excesso.

As pessoas que entraram na pesquisa foram seguidas ao longo de duas décadas, 100 mil morreram durante esse tempo. Os investigadores utilizaram o Índice de Massa Corporal (IMC) para definirem a obesidade.
No estudo, as pessoas com um IMC entre 30 e 35 (entre 87 e 100 quilos para quem tem 1,7 metros) que são consideradas moderadamente obesas, morreram três anos mais cedo do que se tivessem um peso normal. Os casos de obesidade severa (com mais de 115 quilos para a mesma altura) tiveram menos dez anos de vida – o mesmo risco associado ao tabaco. Por enquanto este tipo de obesidade só afecta dois por cento da população.

As doenças de coração e doenças vasculares, os diabetes, cancro e complicações relacionados com pulmões, são os principais problemas que os investigadores conseguiram associar à obesidade.

Os investigadores explicaram também que apesar de ser difícil emagrecer, é mais fácil para as pessoas controlarem o peso que têm.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Simpsons na guerra contra a obesidade


O governo britânico decidiu usar os personagens dos Simpsons no combate à obesidade. A iniciativa representa um investimento de 699,5 mil euros e insere-se no programa de saúde Change4Life. A partir do início do mês passado até ao dia de Natal, os fãs da conhecida série de desenhos animados, vão poder assistir a uma gradual transformação dos hábitos alimentares de Homer, Marge, Bart, Lisa e Maggie. As comidas gordurosas vão deixar de ser as preferências da família Simpson e vão ser substituídas por alimentos saudáveis, como frutas e legumes. Os Simpsons, permitem, de uma forma popular, fazer passar a mensagem às famílias de que é possível, através de pequenos gestos, melhorar a sua dieta e o seu estilo de vida.

Um exemplo que o Governo Português devia seguir.

sábado, 20 de junho de 2009

A boneca Ruby


Em 1997, a indústria de cosméticos inglesa Body Shop lançou uma campanha baseada na boneca Ruby, que representaria as mulheres reais. De ancas largas, coxas e braços grossos, Ruby aparecia nos cartazes com a frase: "Há 3 biliões de mulheres no mundo que não parecem Top Models e apenas oito parecem". A Mattel, fabricante da Barbie, entrou com uma acção em tribunal contra a Body Shop, pedindo que a publicidade fosse retirada das lojas americanas, pois Ruby era um insulto à Barbie.
Se uma boneca causou tanta repulsa, o que falar de mulheres de carne e osso que não se adequam aos padrões correntes? Não apenas são excluídas socialmente, como também são preteridas profissionalmente. O peso é um novo factor para a discriminação, que antes acontecia pelo sexo, cor de pele e idade.

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Obesidade




A Obesidade pode ser definida como uma doença crónica em que existe uma acumulação excessiva de massa gorda (>20% H, >30% M), que pode afectar gravemente a saúde.
OMS, 2000
(Botero)

Crónica significa:
Necessita de tratamento para toda a vida, tal como a hipertensão, diabetes, asma. 1
O tratamento não cura a doença.1
É necessário tratamento a longo prazo.1
Suspendendo o tratamento, a doença volta a manifestar-se.2

1 Atkinson.Ann Intern Med. 1993;119(7pt2):677-680
2 Bray. Ann Intern Med. 1993; 119 (7py2):707-713