
Sirva o seu prato com alimentos de acção diurética: frutas, verduras e legumes, carnes brancas (aves e peixes) e amêndoas.

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E se de repente o consumo de vegetais o tornar sexualmente mais estimulado isso é... mais natural do que possa pensar.

É impossível celebrar a Páscoa sem ter uma mesa polvilhada por “amêndoas” entre cabrito ou coelho, folar ou pão-de-ló e outras tradições gastronómicas da época. As aspas nas amêndoas justificam-se pois o que mais vemos hoje em dia são pequenos chocolates envoltos em açúcar que de amêndoa só possuem mesmo a forma.
Este fruto gordo faz parte de um conjunto de alimentos que inexplicavelmente sempre inspiraram em nós uma tendência para os destruirmos nutricionalmente. Assim, quando se pensa nas formas de consumo de amêndoa no nosso país, somos mais facilmente transportados para as amêndoas de Páscoa cobertas com açúcar, chocolate ou ambos, tal como para tartes de amêndoa ou para os bolinhos de massapão.
Que atire a primeira pedra quem não se delicie com estes exemplos, mas o certo é que é raríssimo que o consumo de amêndoa se faça em natureza e com pele (já vamos perceber porquê), resistindo à tentação de a misturar com açúcar. Estas misturas e adições fazem ainda menos sentido quando partimos do pressuposto de que as amêndoas são de si já bastante calóricas devido à gordura que representa mais de metade da sua composição nutricional.
Se esta situação não difere substancialmente de outros frutos gordos, a amêndoa – quando consumida com pele – é a campeã da fibra, algo que juntamente com o seu grande teor de proteína a torna num bom aperitivo pré-refeição naqueles dias em que o nosso apetite parece indomável. Mas a importância da pele da amêndoa não se esgota na quantidade de fibra que lhe acrescenta. Esta pequena-grande diferença no seu consumo faz com que o teor de compostos fenólicos da amêndoa com pele seja cinco vezes superior à da sua versão pelada. Estes compostos fenólicos juntamente com a sua enorme quantidade de vitamina E fazem da amêndoa um alimento bem cotado quanto ao seu potencial antioxidante com evidência comprovada na diminuição da oxidação do “mau” colesterol, fenómeno que anda sempre de mãos dadas com a aterosclerose.
Assim, no caso da amêndoa quanto menos mexermos melhor. É só tentar não estragar as vantagens que ela nos dá.
*Professor Assistente Convidado da Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade do Porto
Mas o que realmente nos interessa saber é como comer bem, equilibrada e variadamente, sem termos de nos aborrecer com a balança. O fundamental é poder comer-se de tudo, sempre que se nutra o corpo e não se abuse dos alimentos mais calóricos.
Tome nota destas dicas que a ajudam a perder peso (ou a manter-se magra) de forma totalmente saudável:
1. Tome o pequeno-almoço todos os dias
As pessoas que tomam o pequeno-almoço diariamente conseguem emagrecer mais depressa e controlar melhor o peso do que as que não o fazem, já que o corpo retém calorias porque pensa que vai passar fome mais tarde.
2. Fraccione a sua alimentação
Com alimentos saudáveis e pouco energéticos. Vários estudos demonstram que distribuir a alimentação em várias refeições (pequeno-almoço, meio da manhã, almoço, lanche e jantar) faz com que se ingiram menos calorias do que fazendo apenas duas por dia. Diminua as quantidades, não o número de refeições.
3. Escolha bem a loiça
Para conseguir reduzir as porções de alimentos, use um prato mais pequeno, ou seja, que encha com menor quantidade.
4. Coma e mastigue devagar
Comer com talheres de sobremesa pode ajudá-la. Comer devagar melhora a digestão e favorece a sensação de saciedade.
5. Inclua verduras e hortaliças nas refeições principais
Não só por uma questão de saúde mas também pela sua quantidade de fibra, que evita a prisão de ventre.
6. Se come fora de casa muitas vezes, opte pelo mais saudável
Se a sua rotina a obriga a comer em restaurantes, escolha uma salada ou uma sopa de legumes para entrada e, para prato principal, arroz, massa ou leguminosas. Para sobremesa, fruta fresca.
7. Se leva comida para o trabalho...
Prepare saladas de massa, de arroz, com leguminosas ou de batata com pequenas quantidades de alimentos ricos em proteínas, como atum, ovo cozido, peito de peru, gambas... Para sobremesa, fruta ou um iogurte magro.
8. Evite os molhos
Falo de todos, sobretudo os brancos como a maionese ou as natas. Coma verduras estufadas em azeite, molho de tomate natural ou de soja (baixo em sódio), ou com uma base de iogurte natural.
9. Mexa-se... à séria!
Se, durante o dia, não consegue fazer desporto, evite andar de elevador e suba e desça escadas. Se, depois de comer, lhe sobram alguns minutos, saia para caminhar.
10. Muita água, chás e sumos naturais
Beba sempre dois litros de líquidos, no mínimo, por dia. Em forma de água, sumos naturais, sopas, infusões... Para além de hidratarem, saciam bastante.
As especiarias podem ajudá-lo a mudar a sua vida. Ao temperar os alimentos não só potência o sabor dos cozinhados, como dá uma ajuda na sua dieta. Ao escolher e usar o ingrediente certo pode ajudar na perca de uns quilos.
Pimenta-de-caiena
A revista científica International Journal of Obesity publicou um estudo que demonstrou que a capsaicina, o principal componente da Caiena, favorece a destruição de gorduras e tem um poder saciante. Tem também a vantagem de ajudar a combater infecções.
Experimente acrescentar meia colher de pimenta-de-caiena ao molho de tomate ou incorporá-la depois de refogar a cebola nos pratos de chilli com carne para conseguir um efeito ardente, e queimar gorduras!
Dito isto, há alimentos que são adjuvantes no combate ao stress excessivo, que contenham em particular vitamina B6, B3 e o mineral magnésio.
Alimentos "anti-stress":
- Alimentos ricos em vitamina B3
Cereais integrais: arroz integral, gérmen de trigo, Legumes: brócolos, cogumelos, couves, couves de bruxelas, courgete, abóboras, Oleaginosas/sementes: amendoins, sementes de sésamo; Carne: iscas, porco, peru, frango, Peixe: atum, salmão.
- Alimentos ricos em vitamina B6
Cereais integrais: arroz integral, aveia, farelo, cevada; Fruta: bananas, manga; Legumes: pêra abacate, agrião, couve flor, couves, pimentos, abóboras, espargos, couve chinesa, batata; Leguminosas: grão, feijão de soja; Sementes de sésamo; Carne: frango, febras de porco, peru.
- Alimentos ricos em Magnésio
Legumes: espinafres, agriões, pêra abacate, pimentos, brócolos, couves de bruxelas, couves; Oleaginosas: amêndoas, nozes do Brasil, cajus, amendoins, pistachios, nozes; Sementes: pevides, girassol, papoila; Cereais integrais: aveia (papa de aveia), farelo de trigo, arroz, cevadinha perolada, quínoa; Lácteos: iogurte natural; Oleaginosas: feijões; Fruta: banana, kiwi, amoras, morangos, laranjas, passas de uva; chocolate.
Boas refeições, recompensadoras e calmas.


• 7 fatias de pão integral
• 1 chávena (chá) de leite magro
• 3 col. (sopa) de adoçante culinário
• 1 col. (chá) de essência de baunilha
• 1 ovo inteiro
• 3 col. (sopa) de água
• 1 col. (sobremesa) de canela em pó
• 3 col. (sobremesa) de adoçante culinário
Corte as fatias do pão na diagonal, formando dois triângulos com cada fatia. Reserve. Misture o leite, o adoçante e a baunilha e reserve. Bata ligeiramente o ovo e misture a água. Reserve. Passe o pão no leite e, em seguida, no ovo batido. Coloque as fatias numa forma untada com margarina magra e leve ao forno pre-aquecido a 180° C durante oito minutos. Vire as rabanadas na metade do tempo para dourar os dois lados. Misture a canela e o adoçante e polvilhe as rabanadas.
Rendimento: 7 fatias
Calorias por fatia: 100

Aos poucos os mitos em torno do café vão caindo por terra e, ao contrário do que se pensou durante muito tempo, cada vez mais estudos garantem que os benefícios do café suplantam os seus malefícios.
